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Noite Europeia dos Investigadores (NEI) 2026

25 Setembro

Evento: 25 de setembro 2026;

  • Horário do Evento: 17:30h – 21:30h;
  • Localização do evento: Jardim do Tarro

Nome da atividade Descrição da atividade Equipa responsável ODS
Do campo aos dados: como a tecnologia ajuda a agricultura a ser mais sustentável

A atividade pretende simular uma exploração agrícola em pequena escala, mostrando como diferentes tecnologias ajudam a “ver” o que normalmente não é visível a olho nu: o vigor das plantas, a variabilidade do solo, o estado das pastagens, o comportamento dos animais ou as necessidades de rega/fertilização.
O público será convidado a observar diferentes “estações” simples:
1. Ver o invisível nas plantas
Demonstração com imagens NDVI ou mapas de vigor vegetativo, explicando porque é que uma parcela não é toda igual e como isso influencia decisões como regar, fertilizar ou colher.
2. O animal também produz dados
Apresentação simples de colares GNSS, sensores ou exemplos de dados de localização/comportamento animal, mostrando como a pecuária de precisão pode ajudar no maneio de bovinos em sistemas extensivos.
3. A máquina agrícola como fonte de informação
Explicação, com recurso a imagens, maquetes, peças ou pequenos equipamentos, de como tratores, semeadores, drones ou sensores apoiam uma agricultura mais eficiente.
4. Decide como um agricultor de precisão
Pequeno jogo interativo: os participantes recebem um mapa de uma parcela com zonas diferentes e têm de decidir onde aplicar mais ou menos água, fertilizante ou semente. No final, compara-se a decisão “uniforme” com a decisão “diferenciada”.
Luís Alcino Conceição; Luís Silva; Susana Dias; Margarida Paias; Mónica Dias
Sentir o envelhecer

A atividade “Sentir o envelhecer” é uma experiência interativa dinamizada por estudantes de enfermagem no âmbito da Noite Europeia dos Investigadores, com o objetivo de sensibilizar a comunidade para as alterações físicas e sensoriais associadas ao envelhecimento e promover a empatia para com a pessoa idosa.
Recorrendo ao Aged Simulation Set, os participantes são convidados a vestir equipamentos que simulam limitações frequentemente experienciadas por pessoas idosas, incluindo diminuição da mobilidade articular, redução da força muscular, alterações da visão, diminuição da destreza manual e dificuldades auditivas.
Depois de equipados, os participantes realizam um pequeno percurso com tarefas simples do quotidiano, permitindo experienciar os desafios funcionais associados ao envelhecimento.
Percurso experiencial propostoOs participantes serão convidados a realizar tarefas como:
• caminhar por um pequeno percurso com obstáculos;
• sentar-se e levantar-se de uma cadeira;
• subir e descer um degrau;
• pegar em moedas ou comprimidos pequenos;
• abotoar uma camisa ou fechar um fecho;
• ler um rótulo ou uma mensagem com os óculos de simulação.
Sofia Roque; Olga Louro; Pedro Amaro
A Engenharia Informática numa montra de projetos

Realizar uma montra de projetos realizados pelos alunos no curso de engenharia informática. Sérgio Correia; Luís Baptista; Pedro Roque; Mónica Martins; Valentim Realinho
Construir pontes

A atividade centra-se na construção de pontes de esparguete, recorrendo exclusivamente a esparguete comercial e cola térmica, com o objetivo de mostrar e simular o comportamento de estruturas reais. Nesta fase pretende-se divulgar a forma como se constroem as pontes para, numa data posterior, realizar um concurso. Pedro Romano; Cristina Milheiro; Carla Oliveira; Marco Mendes
Valoriza-te! Energia, resíduos e ciência em ação

Demonstração do processo de valorização de resíduos para produção de energia e materiais. Exposição de amostras e explicação do processo de reaproveitamento de resíduos baseado no conceito de economia circular. Andrei Longo; Cecilia Mateos-Pedrero; Catarina Nobre; Luís Calado; Margarida Santos; Anup Paul
Nutrir o coração – um projeto de saúde digital

1. Demonstração do protótipo da App e descrição do projeto;
2. Promoção da literacia alimentar através da divulgação de receitas saudáveis para a prevenção da doença cardiovascular; 3. Rastreio de saúde: avaliação de parâmetros de saúde, designadamente, avaliação do estado nutricional, da pressão arterial, da qualidade de vida, da saúde mental e da adesão à dieta mediterrânica.
Maria Leonor Silva; Raúl Cordeiro
Às cegas com as marcas

Os participantes são desafiados a reconhecer diferentes marcas apenas através do tato. Sem recorrer à visão, terão a oportunidade de manusear várias embalagens e tentar descobrir a que marca pertencem. Carla Fonseca; Carolina Santos
Hempvalue – cânhamo industrial, sustentabilidade e inovação

Exposição das diferentes variedades de cânhamo industrial em semente e em fibra; exposição de produtos alimentares e rações. Ana Cordeiro; Ana Margarida Carvalho; Andreia Saragoça; Patrícia Ascensão; Orlanda Póvoa; Noémia Farinha; Francisco Mondragão Rodrigues; José Gama; Paulo Brito; Pedro Romano; Sérgio Cardoso
Com paciência para a ciência

A atividade consiste numa ação de demonstração e aproximação à comunidade integrada na Noite Europeia dos Investigadores, destinada a apresentar o projeto “Com paciência para a ciência”, que iniciará a sua implementação nas escolas do 1.º ciclo do concelho de Portalegre.
Uma vez que o projeto se encontrará numa fase inicial de desenvolvimento, a atividade não terá como foco a apresentação de resultados, mas sim a divulgação da sua missão, da metodologia e das experiências científicas que serão realizadas ao longo do ano letivo. Os visitantes poderão conhecer e experimentar algumas das atividades práticas previstas para as crianças participantes, interagir diretamente com os investigadores e contribuir com ideias, curiosidades e desafios relacionados com a ciência.
Através de demonstrações interativas, pequenos desafios científicos e momentos de conversa informal, pretende-se criar uma relação de proximidade entre a equipa do projeto, as famílias, as crianças e a comunidade local, reforçando o papel da ciência como elemento acessível, participativo e presente no quotidiano.
A atividade funcionará também como um espaço de escuta e envolvimento da comunidade, permitindo recolher expectativas, interesses e sugestões que possam enriquecer o desenvolvimento futuro do projeto.
Vera Martins; Claúdia Pacheco; Maria Sabina Valente; Mário Santos; Ana Loures; Teresa Matos  

 

Laboratório ao ar livre: testa o teu corpo, descobre a ciência!

“Laboratório ao ar livre: testa o teu corpo, descobre a ciência!” é uma atividade interativa e demonstrativa que pretende aproximar o público da ciência do desporto através da experimentação prática. Durante a atividade, os participantes terão contacto com alguns equipamentos utilizados no laboratório de desporto e poderão realizar testes simples relacionados com diferentes capacidades físicas, como força, equilíbrio, flexibilidade, potência muscular, tempo de reação e resposta cardiovascular.
A atividade será organizada em estações práticas, nas quais os participantes poderão testar o seu corpo, registar alguns resultados e compreender, com o apoio dos dinamizadores, o significado dos dados obtidos. Mais do que avaliar o desempenho individual, pretende-se mostrar como a ciência permite estudar o movimento humano, monitorizar a condição física e compreender melhor a relação entre exercício, saúde e bem-estar.
Esta iniciativa terá um caráter educativo, acessível e participativo, sendo dirigida ao público em geral. Os testes realizados terão fins demonstrativos e pedagógicos, não substituindo qualquer avaliação clínica, médica ou especializada.
Luís Branquinho
A cabeça parece cada vez mais pesada… A ciência em fisioterapia explica porquê

Iremos recolher dados (de modo exemplificativo) medindo com um goniómetro, a distância
entre a C7 e C2 das pessoas que irão visitar o nosso espaço e verificar se os resultados
medidos se encontram dentro dos valores normais, de acordo com a ciência. Os dados serão apresentados num gráfico exemplificativo.
Para sensibilização acerca do tópico serão realizados 3 exercícios com a população: (atividade realizada pelos alunos de fisioterapia):
1. Medição da anteriorização da cabeça
2. Questionar ao participante quantas horas passa com tecnologia por dia e/ou se tem
problemas de visão;
Recolher a idade dos participantes.
3. Testar o comportamento de anteriorização da cabeça:
a) convida-se os participantes e tentar ler algo muito pequeno (será observada uma
tendência para anteriorização da cabeça);
b) observação de alguém com o telemóvel;
4. A pessoa irá pegar num peso de 5 kg perto do tronco e longe do tronco para observar a
diferença (testar alavancas mecânicas)
Carlos Rodrigues; Sofia Guerra Paiva; Juliana Queiroz
Noite da ciência: Experimentar, jogar e descobrir

A atividade integra duas componentes:
1. Atividades experimentais na área das Ciências Naturais (experiências).
2. Jogos interativos concebidos com dois níveis de complexidade (crianças e adultos), recorrendo a robots programáveis (Bee-Bots) e a um projetor de chão.
Adelaide Proença;
Luísa Carvalho;
Amélia Marchão;
Sérgio Campo;
Susana Porto;
Luís Pinheiro;
Hugo Oliveira

 

Detalhes

  • Data: 25 Setembro
  • Categoria de Evento: